não digamos “sempre” ou “jamais”,
digamos, simplesmente: “ainda”!
Ainda nos veremos um dia…
Ainda nos encontraremos na estrada da vida…
Ainda encontraremos a pousada,
o afecto almejado, a guarida…
Ainda haverá tempo de amar,
sem medo, totalmente… infinitamente…
sem ter medo de pedir, de implorar,
ou chorar…
Ainda haverá tempo,
para ser feliz novamente…
Ainda haverá tristeza,
ainda haverá saudade,
ainda haverá primavera,
o sonho, a quimera…
Ainda haverá alegria,
apesar das cicatrizes…
Ainda haverá esperança,
porque a vida ainda é criança…
e amanhã será outro dia!
“Não sei se estou perto ou
longe demais, se tomei o rumo certo ou errado. Sei apenas que sigo em frente,
vivendo dias iguais de forma diferente.
Já não caminho mais sozinha,
levo comigo cada recordação, cada vivência, cada lição. E, mesmo que tudo não
ande da forma que eu gostaria, saber que já não sou a mesma de ontem faz-me
perceber que valeu a pena.”



